domingo, 4 de março de 2012

My little impression

Quando estava grávida ganhei um presente que amei. Amei tanto que depois presentei várias amigas com a mesma coisa.

O my little impression é bacana porque você pode eternizar aquela mãozinha ou aquele pezinho tão fofo, que a gente adora morder e apertar.


É super rápido e fácil de usar. Dentro de um saquinho plástico vem uma espécie de uma massa grudenda, aí é só espalhar essa massa na latinha e colocar a mãozinha ou o pézinho do baby, fazer uma leve pressão e deixar para secar uns dois dias.

Do Lucas fizemos a mãozinha!


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Potinhos para leite em pó

Logo que Luquinhas nasceu ganhamos de presente esses potinhos.

Demorei pra usar porque eu AMO amamentar e, graças a Deus, Lucas ainda mama no peito até hoje. Estamos começando o processo de desmame agora que ele está com 9 meses, para no mês que vem parar total.

Tenho certeza que vou sentir muita falta, mas vida que segue né! Adaptação é a palavra de ordem quando se trata de filhos.

Além do mais, tenho certeza que tudo que eu poderia oferecer de melhor pra ele com a amamentação eu ofereci.

Bom, voltando aos potinhos. Teve uma época, quando Lucas tinha 4 meses, que tive que complementar a amamentação, fiz isso durante um mês. E foi aí que descobri como esses potinhos são úteis. E agora, estou voltando a usá-los.

Eles são uma torrezinha de 4 potinhos, um encaixado no outro, posso usar separado ou junto. E a abertura da tampinha encaixa direitinho na mamadeira, então dá pra levar pra qualquer lugar sem fazer bugunça de ficar espalhando leite em pó!


Outra coisa legal desses potinhos é que eles são de uma marca brasileira, a Luty Baby. Bom ver coisas úteis e legais para os nossos bebezinhos por aqui né?

A marca é nova no mercado e promete trazer várias novidades para os nossos filhotes. Tô apostando!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Canetinha milagrosa

Há um tempo comprei essa canetinha na Walgreens em NY e nunca tinha precisado usar, mas nem por isso deixei de carregar ela comigo dentro da bolsa.

Ainda bem! Há uns dias ela super me salvou!

Estava eu no aeroporto esperando meu voo e resolvi jantar. Na hora que fui colocar o prato na mesa ele quase caiu, e eu que estava em pé coloquei a minha perna na frente pra segurar. Resultado: muuuuito molho de tomate na minha calça.

Sequei com um guardanapo de papel e peguei a canetinha, passei sobre a mancha toda, que não era pequena, e... ufa, a mancha praticamente saiu!

Recomendo demais!


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Kit Culpa

Hoje passeando pela blogosfera vi esse texo no What About e A-M-E-I! Tive que reproduzi-lo aqui!

"Você pode não notar quando o menino nasce. Se colocaram atrás da orelha dele, ou grudado ao punho, junto com a pulseirinha de hospital, ou se o pacote veio escondido na primeira fralda. Mas quando você chega em casa com o bebê, o kit-culpa dá um jeito de se instalar, incógnito. Aliás, fica fácil passar despercebido diante de um novo bebê em casa. Ninguém tem olhos para outro lado que não seja o do berço. Enquanto todos se distraem com aquela coisinha fofa, o kit-culpa se acomoda em algum canto inexplorado, à espera do momento de agir.

Mesmo que você ame o seu filho mais do que a si mesma – e você vai amar. Mesmo que você faça por ele mais do que já fez por qualquer pessoa na vida, inclusive por si mesma – e você vai fazer. Cedo ou tarde, você percebe que trouxe para morar em sua casa, junto com o seu bebê, um arsenal de pequenas e grandes culpas, novinho em folha e em pleno crescimento.

Começa quando você sai de casa pela primeira vez, entre uma mamada e outra. Desfilar por aí sem a boa e velha barriga que você carregou por nove meses e sem levar no colo quem estava dentro da barriga gera sensações que já dão uma leve noção do que você ainda vai experimentar mais adiante. Mesmo que você và à farmácia para comprar mais fraldas. Mesmo que vá ao médico para tirar os pontos.

O tempo passa, aquela coisinha-tão-bonitinha-da-mãe vai conquistando você por inteiro, até que chega o fim da licença-maternidade. Por um segundo, você imagina que vai ser sacrificante conciliar amamentação e trabalho.

Mas basta pensar para sentir um remorso cortante por ter tido a capacidade de aventar a reflexão. Vire essa ideia pra lá: você vai amamentar até ele não querer mais e ponto final. E quando ele não quiser mais, você vai pensar: o que será que eu fiz de errado? Ou você vai ser corajosa o suficiente para decidir por si mesma que a amamentação parou por ali. E se não sentir culpa alguma por isso, palmas pra você.

E enquanto você faz o test-drive em sensações intermitentes de desconforto, o verdadeiro kit-culpa vai crescendo em seu esconderijo. O modelo-padrão apresentará, na maturidade: a sensação de que está faltando algo quando você se diverte sem o seu filho; uma vontade de chorar quando você viaja sem ele, mesmo que seja a trabalho – principalmente quando você vê uma criança da mesma idade; a certeza de que você nunca está com ele por tempo suficiente; e o principal: a constante sensação de que você errou em um ou mais pontos na criação daquele bebê.

Mas não se desespere: com o tempo, você aprende a administrar os sentimentos que vieram no pacote e volta a seguir em frente sem maiores sofrimentos. Afinal, você está trabalhando, vivendo a vida, e tudo o que você faz, de uma forma ou de outra, inclui o seu filho.

O problema é quando ele descobre. Um dia, aquele bebê que cresceu um pouquinho percebe a existência sutil desses sentimentos todos e passa a se aproveitar deles. É aí que começa o problema.

Como no dia em que você abre uma exceção e vai levá-lo à escola, dispensando o escolar. E o que de início gerou pulinhos de felicidade torna-se uma situação constrangedora na porta da sala de aula. Aquele menino que sempre sai da van feliz e sorridente volta a agir como o bebê que outro dia você colocou na escola: agarra o seu pescoço, como se você o estivesse castigando, e inicia um choro carregado de tamanho sentimento que você se convence de que definitivamente tem problemas. Depois de alguns minutos de desespero e dúvidas, você o deixa em prantos no colo da professora e sai em fuga, fingindo firmeza e já atrasada para aquela reunião.

A caminho do trabalho você cai no choro e já vai arquitetando o plano: ligar para alguém que lhe recomende um bom psicólogo infantil, depois marcar uma sessão urgente como seu próprio psicólogo e, mais tarde, quando estiver recuperada, ter com seu filho uma longa e séria conversa.

Chegando ao escritório, você liga para a escola e tem a notícia de que ele já está perfeitamente adaptado à rotina da sala de aula, como se nada houvesse acontecido.

Um misto de raiva e alívio alcança o seu coração. Ainda não é hora de ligar para o psicólogo. Não para o dele, porque talvez seja urgente uma sessão com o seu, a fim de sobreviver até a próxima crise."

Por Cris Guerra

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Bibs to go

Conhecem o Bibs to go?

São babadores descartáveis e por isso super práticos pra irem com a gente e com os nossos babies pra cima e pra baixo.

Eles vem em um bloco com 20 unidades e 20 selinhos adesivos que prendem os babadores no pescoço do baby.

Bom, vou ser sincera, são práticos mas não são muito bons para líquidos, pois o material não é absorvente e aí o liquído escorre e acaba parando bem na nossa roupa! Mas para alimentos sólidos, papinhas, frutas, eles são ótimos! E as estampas são bem fofinhas, cada um tem a carinha de um bichinho.

Comprei fora e não lembro quanto paguei, mas lembro que foi um preço beeem amigo. Dica para futuras mamães incluirem na listinha de enxoval.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pingente feto

Olha que legal esse pingente!!!! E olha a perfeição dos detalhes!!!


Quem criou foi Bruno Latini, que presenteou várias famosas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Fudge de chocolate

My Gosh!!! O que é o preparo dessa sobremesa??? Fiquei deslumbrada quando vi aquele chocolate derretido misturado com o leite condensado.... Nossa!!! Pena que não tirei foto...

Eu estava querendo uma sobremesa fácil, rápida e que usasse um chocolate que tinha sobrado das trufas que ia ficar meio inutilizado.

Me inspirei nessa receita aqui. Digo inspirei porque não segui a receita direito, tanto no que diz respeito às medidas quando no que diz respeito aos ingredientes.

Já disse que tinha um chocolate 'inútil' aqui (até parece que algum dia na vida, qualquer chocolate vai ser inútil), então comprei mais umas barras pra inteirar, mas não sei a mínima quanto ficou a medida total no final. Como com certeza tinha mais do que na receita que me baseei, acabei colocando 1 lata inteira de leite condensado e duas colheres de água. Tipo, dobrei os ingredientes, apesar de achar que o chocolate ficou menos que o dobro.

Não coloquei baunilha porque não tinha, e ao invés de nozes coloquei avelã, acho mais gostoso!

Depois de ter virado aquela mistura maravilhosa, coloquei em um tabuleiro forrado com papel manteiga, nunca tinha usado papel manteiga antes. Não untei, fiquei com mega preguiça...

Deixei na geladeira até o dia seguinte, porque fiz à noite e não estava muito a fim de virar a noite cortando e comendo fudge.

No dia seguinte cortava um quadradinho e comia outro... hahahaha Mas até que sobrou muitos para as visitas.